
Gazeta Araraquararense
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sábado, 14 de julho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
ATENÇÃO
CAROS AMIGOS LEITORES APÓS UM ANO ESTAMOS VOLTANDO MAIS UM NOVO BLOG UM BLOG QUE MOSTRARÁ ARARAQUARA E TODA A REGIÃO
ESTAMOS EM FASE DE ADAPTAÇÃO DO BLOG EM POUCOS DIAS ESTAREMOS REFORMULADO O BLOG.
ATENCIOSAMENTE,
BRENO SILVÉRIO
EDITOR CHEFE
ESTAMOS EM FASE DE ADAPTAÇÃO DO BLOG EM POUCOS DIAS ESTAREMOS REFORMULADO O BLOG.
ATENCIOSAMENTE,
BRENO SILVÉRIO
EDITOR CHEFE
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Apresentação da Bianca Caroline
Confira a apresentação da Bianca Caroline durante a formatura na Escola Municipal de Dança Iracema Nogueira em Araraquara
Conheça a absurda realidade da produção de gadgets na China
A edição do programa de rádio This American Life
que foi ao ar no dia 6 de janeiro revela um lado bastante desagradável
do mundo da tecnologia. Em uma visita à fábrica da Foxconn na cidade
chinesa de Shenzhen, o repórter Mike Daisey descobriu que não é incomum
crianças fazerem parte das linhas de montagem, chegando a trabalhar até
16 horas seguidas.
Ao todo, a fábrica emprega cerca de 430 mil pessoas, que têm à disposição somente 20 locais para realizar suas refeições. Cada andar do complexo é constituído por salas imensas nas quais são reunidos de 20 a 30 mil funcionários, responsáveis por montar aparelhos de forma manual. Câmeras espalhadas pelo local garantem o ritmo constante e evitam qualquer tipo de conversa, consideradas “improdutivas” pela empresa.
Trabalho infantil
No local, onde são produzidos aparelhos de marcas famosas como Apple e Samsung, é comum ver crianças dividindo o mesmo espaço com adultos. Perto dos portões externos, vigiados constantemente por guardas armados, Mike Daisey entrevistou uma garota de 13 anos encarregada de polir milhares de displays para iPhone diariamente.
Segundo a jovem, a Foxconn não tem qualquer filtro que impeça a contratação de crianças. Apesar de haver inspeções constantes nas fábricas, a empresa sempre sabe quando elas vão ocorrer – nessas datas, pessoas menores de idade são escondidas e substituídas por trabalhadores mais velhos.
Em um período de somente duas horas fora dos portões da empresa, Daisey conheceu diversos funcionários com idades entre 12 a 14 anos. Independente da idade, todos eles são forçados a encarar turnos de trabalho de 12 horas – que geralmente se estendem até 16 horas, especialmente próximo do lançamento de um novo produto. O pagamento de horas extras é algo totalmente desconhecido no local.
Trabalhadores sem qualquer direito
Após visitar a fábrica da Foxconn, Mike Daisey entrevistou dúzias de ex-empregados, que se reúnem secretamente em um sindicato clandestino – agrupamentos do tipo são considerados ilegais no país. Entre os relatos chocantes ouvidos pelo repórter, está o de um grupo que fala sobre o hexano, um solvente usado pela empresa na limpeza de telas de smartphones que funciona como neurotoxina.
(Fonte da imagem: Jordan Pouille)
Alguns dos antigos trabalhadores relatam que, após terem perdido o controle de suas mãos devido à realização de atividades repetidas, foram demitidos pela companhia sem receber qualquer espécie de compensação em troca. Funcionários que tentaram lutar pelos seus direitos foram colocados em uma espécie de “lista negra” e taxados como “problemáticos”, situação que os impediu de serem contratados por qualquer empresa da região.
Outra história parte de um homem que teve uma mão esmagada enquanto trabalhava em uma prensa de metal da Foxconn. A empresa não lhe deu qualquer espécie de suporte médico, o que fez com que o membro perdesse todos os movimentos, resultando na demissão do trabalhador.
Tudo em nome do lucro
Apesar de empresas como a Apple afirmarem que estão vigiando de forma constante as condições de trabalho em suas fábricas, o relato do This American Life torna difícil acreditar nas boas intenções dessas companhias. Afinal, não é a primeira vez que reportagens do tipo revelam as condições absurdas adotadas pela Foxconn e outras empresas chinesas.
(Fonte da imagem: Jordan Pouille)
Mesmo sabendo das condições terríveis dessas fábricas, as empresas continuam mudando suas plantas de produção para o país devido ao baixo custo de cada funcionário. Ao contrário de países como os Estados Unidos ou membros da União Europeia, a China não possui leis que garantam direitos aos trabalhadores, tampouco exige o pagamento de salários elevados.
Produzir produtos em países que protegem os trabalhadores significa mais custos, o que se traduziria em eletrônicos com preço de venda muito maior do que o atual. Continuar assim é algo vantajoso para as empresas e para os consumidores de países ricos, mas não para as pessoas que passam 16 horas em uma linha de montagem e nunca terão como comprar aquilo que constroem.
Fonte: www.tecnomundo.com.br
Ao todo, a fábrica emprega cerca de 430 mil pessoas, que têm à disposição somente 20 locais para realizar suas refeições. Cada andar do complexo é constituído por salas imensas nas quais são reunidos de 20 a 30 mil funcionários, responsáveis por montar aparelhos de forma manual. Câmeras espalhadas pelo local garantem o ritmo constante e evitam qualquer tipo de conversa, consideradas “improdutivas” pela empresa.
Trabalho infantil
No local, onde são produzidos aparelhos de marcas famosas como Apple e Samsung, é comum ver crianças dividindo o mesmo espaço com adultos. Perto dos portões externos, vigiados constantemente por guardas armados, Mike Daisey entrevistou uma garota de 13 anos encarregada de polir milhares de displays para iPhone diariamente.
Segundo a jovem, a Foxconn não tem qualquer filtro que impeça a contratação de crianças. Apesar de haver inspeções constantes nas fábricas, a empresa sempre sabe quando elas vão ocorrer – nessas datas, pessoas menores de idade são escondidas e substituídas por trabalhadores mais velhos.
Em um período de somente duas horas fora dos portões da empresa, Daisey conheceu diversos funcionários com idades entre 12 a 14 anos. Independente da idade, todos eles são forçados a encarar turnos de trabalho de 12 horas – que geralmente se estendem até 16 horas, especialmente próximo do lançamento de um novo produto. O pagamento de horas extras é algo totalmente desconhecido no local.
Trabalhadores sem qualquer direito
Após visitar a fábrica da Foxconn, Mike Daisey entrevistou dúzias de ex-empregados, que se reúnem secretamente em um sindicato clandestino – agrupamentos do tipo são considerados ilegais no país. Entre os relatos chocantes ouvidos pelo repórter, está o de um grupo que fala sobre o hexano, um solvente usado pela empresa na limpeza de telas de smartphones que funciona como neurotoxina.
Alguns dos antigos trabalhadores relatam que, após terem perdido o controle de suas mãos devido à realização de atividades repetidas, foram demitidos pela companhia sem receber qualquer espécie de compensação em troca. Funcionários que tentaram lutar pelos seus direitos foram colocados em uma espécie de “lista negra” e taxados como “problemáticos”, situação que os impediu de serem contratados por qualquer empresa da região.
Outra história parte de um homem que teve uma mão esmagada enquanto trabalhava em uma prensa de metal da Foxconn. A empresa não lhe deu qualquer espécie de suporte médico, o que fez com que o membro perdesse todos os movimentos, resultando na demissão do trabalhador.
Tudo em nome do lucro
Apesar de empresas como a Apple afirmarem que estão vigiando de forma constante as condições de trabalho em suas fábricas, o relato do This American Life torna difícil acreditar nas boas intenções dessas companhias. Afinal, não é a primeira vez que reportagens do tipo revelam as condições absurdas adotadas pela Foxconn e outras empresas chinesas.
Mesmo sabendo das condições terríveis dessas fábricas, as empresas continuam mudando suas plantas de produção para o país devido ao baixo custo de cada funcionário. Ao contrário de países como os Estados Unidos ou membros da União Europeia, a China não possui leis que garantam direitos aos trabalhadores, tampouco exige o pagamento de salários elevados.
Produzir produtos em países que protegem os trabalhadores significa mais custos, o que se traduziria em eletrônicos com preço de venda muito maior do que o atual. Continuar assim é algo vantajoso para as empresas e para os consumidores de países ricos, mas não para as pessoas que passam 16 horas em uma linha de montagem e nunca terão como comprar aquilo que constroem.
Fonte: www.tecnomundo.com.br
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Artigo: Outubro no TBV
Hoje, antes de tudo, saúdo o Patrono da LBV, São Francisco de Assis, Il Poverello, O Pobrezinho, cujo dia é celebrado nesta data.
O Templo da Boa Vontade (TBV) – uma das Sete Maravilhas de Brasília/DF – deu início, desde sexta-feira, 30/9, a uma programação toda especial. O “Outubro no TBV”, como é conhecido o evento, promove durante o mês inteiro atrações artísticas e culturais com um toque de espiritualidade ecumênica. Em 2011, os peregrinos da Pirâmide de Sete Faces comemoram os 22 anos desse monumento que se inspira no “amai-vos uns aos outros como Eu vos amei”, o Novo Mandamento de Jesus, o Cristo Ecumênico.
Participe você e sua família desse encontro de Almas livres, libertas de preconceito ou tabus. Venha orar conosco. Neste mundo tão atribulado, todos os que lá estiverem poderão desfrutar de inesquecíveis momentos de harmonia e Paz. Terei a honra de comandar a solenidade no sábado, 22/10, a partir das 17 horas.
O TBV fica no SGAS 915, Lotes 75 e 76. A Central de Apoio ao Peregrino poderá ajudá-lo em qualquer informação. Ligue (61) 3114-1070.
ESPAÇO CULTURA
Em sua obra “De Minas para o mundo – Levando Minas no gesto e no coração”, a jornalista Leda Nagle relaciona aos diferentes tipos de mineiros que existem, os “mineiros por adoção, por afinidade”. E é ao lado desses que me incluo. Também amo Minas Gerais. Por sinal, é um estado de espírito neste país. Foi em Belo Horizonte, no Fórum das Mulheres Legionárias, em 1985, que lancei o desafio de erguermos o Templo da Boa Vontade. Em 21 de outubro de 1989, com a ajuda do povo brasileiro, conseguimos inaugurá-lo.
Gentilmente, Leda Nagle me honrou com essa dedicatória: “Para Paiva Netto, com meu abraço carinhoso e minha torcida para que goste das histórias mineiras”. Muito obrigado. Não há quem resista ao que vem de Minas, incluído o famoso queijo.
Em São Paulo, no dia 20 de setembro, o jornalista e apresentador Marcelo Tas lançou “É rindo que se aprende: uma entrevista a Gilberto Dimenstein”. No livro, reúne histórias de sua trajetória profissional e revela como o gosto pelo aprendizado orientou sua vida, mencionando também os personagens que o influenciaram.
Grato ao prezado colega pelo exemplar de sua obra que tenho aqui comigo com essas fraternas palavras: “Para José de Paiva Netto, com carinho. Marcelo Tas”.
O Templo da Boa Vontade (TBV) – uma das Sete Maravilhas de Brasília/DF – deu início, desde sexta-feira, 30/9, a uma programação toda especial. O “Outubro no TBV”, como é conhecido o evento, promove durante o mês inteiro atrações artísticas e culturais com um toque de espiritualidade ecumênica. Em 2011, os peregrinos da Pirâmide de Sete Faces comemoram os 22 anos desse monumento que se inspira no “amai-vos uns aos outros como Eu vos amei”, o Novo Mandamento de Jesus, o Cristo Ecumênico.
Participe você e sua família desse encontro de Almas livres, libertas de preconceito ou tabus. Venha orar conosco. Neste mundo tão atribulado, todos os que lá estiverem poderão desfrutar de inesquecíveis momentos de harmonia e Paz. Terei a honra de comandar a solenidade no sábado, 22/10, a partir das 17 horas.
O TBV fica no SGAS 915, Lotes 75 e 76. A Central de Apoio ao Peregrino poderá ajudá-lo em qualquer informação. Ligue (61) 3114-1070.
ESPAÇO CULTURA
Em sua obra “De Minas para o mundo – Levando Minas no gesto e no coração”, a jornalista Leda Nagle relaciona aos diferentes tipos de mineiros que existem, os “mineiros por adoção, por afinidade”. E é ao lado desses que me incluo. Também amo Minas Gerais. Por sinal, é um estado de espírito neste país. Foi em Belo Horizonte, no Fórum das Mulheres Legionárias, em 1985, que lancei o desafio de erguermos o Templo da Boa Vontade. Em 21 de outubro de 1989, com a ajuda do povo brasileiro, conseguimos inaugurá-lo.
Gentilmente, Leda Nagle me honrou com essa dedicatória: “Para Paiva Netto, com meu abraço carinhoso e minha torcida para que goste das histórias mineiras”. Muito obrigado. Não há quem resista ao que vem de Minas, incluído o famoso queijo.
Em São Paulo, no dia 20 de setembro, o jornalista e apresentador Marcelo Tas lançou “É rindo que se aprende: uma entrevista a Gilberto Dimenstein”. No livro, reúne histórias de sua trajetória profissional e revela como o gosto pelo aprendizado orientou sua vida, mencionando também os personagens que o influenciaram.
Grato ao prezado colega pelo exemplar de sua obra que tenho aqui comigo com essas fraternas palavras: “Para José de Paiva Netto, com carinho. Marcelo Tas”.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Atenção confira na integra a greve dos correios e dos bancarios que ocorre no Brasil
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Confira o Informativo de nº 34 da FENTECT clique aqui
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